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Gabriela GianniniGinecologia e Obstetrícia

Vila Clementino, São Paulo

Corrimento vaginal
com microscopia na consulta

Se o seu corrimento volta sempre ou não melhora com nada, o problema costuma não ser o remédio: é o diagnóstico. A microscopia do conteúdo vaginal é coletada na própria consulta e analisada por mim, para chegar ao diagnóstico correto em vez de tratar por suposição.

Dra. Gabriela Giannini ao lado do microscópio em que analisa as lâminas de conteúdo vaginal

O que a microscopia mostra

A coleta é feita na própria consulta: retiro uma amostra do conteúdo vaginal e eu mesma analiso a lâmina, com o prazo necessário para uma leitura cuidadosa. O resultado sai depois, e é isso que permite tratar o agente certo em vez de tratar no escuro.

  • Candidíase, com visualização direta do fungo.
  • Vaginose bacteriana, pela alteração característica da flora.
  • Vaginose citolítica e outras alterações que passam despercebidas.
  • Sinais de inflamação que mudam a conduta.
  • O estado geral da flora, que diz se ela se restabeleceu depois do tratamento.

Painel de infecções sexualmente transmissíveis

Na mesma consulta também coleto, quando indicado, o painel de IST por PCR, que investiga tricomoníase, clamídia e gonorreia. Essas amostras vão para o laboratório.

O painel é essencial tanto na rotina quanto na investigação de um corrimento: várias dessas infecções cursam sem sintoma nenhum e não aparecem na microscopia.

Por que o corrimento recorrente insiste em voltar

Na prática, três motivos concentram a maioria dos casos: o diagnóstico estava errado desde o início, o tratamento foi curto demais para o quadro, ou existe um fator de manutenção que ninguém tratou, como uso repetido de antibiótico, método contraceptivo, produtos de higiene íntima ou a reexposição na relação sexual. O uso de preservativo é, na minha experiência, o que mais ajuda a quebrar o ciclo.

Muita paciente chega tendo tratado candidíase quatro vezes seguidas quando o quadro nunca foi candidíase. É por isso que olhar antes de tratar muda o resultado.

Acompanhamento com nova lâmina

Aqui está a diferença de quem trata uma vez e de quem resolve: encerrar o caso no fim do primeiro tratamento é o que faz o corrimento voltar. Por isso conduzo o corrimento recorrente como um plano de acompanhamento, não como uma consulta avulsa.

Depois de tratar, marcamos o retorno com nova coleta de lâmina. É ela que mostra se a flora realmente se restabeleceu ou se ainda existe algo mantendo o quadro. Só então damos o caso por encerrado.

  • Primeira consulta: anamnese, exame e coleta da microscopia, com painel de IST quando indicado.
  • Resultado e tratamento dirigido ao que foi encontrado.
  • Retorno com nova lâmina para confirmar que a flora se restabeleceu.
  • Plano para evitar a próxima recorrência, incluindo o que fazer na relação.

A microscopia na prática

  • Dra. Gabriela Giannini ao lado do microscópio em que analisa as lâminas
    A análise da lâmina é feita por mim, com o tempo que a leitura exige.
  • Lâmina de conteúdo vaginal observada ao microscópio
    É isso que a microscopia permite ver: as células da região e a microbiota que vive com elas.

Plano de acompanhamento

Plano de Acompanhamento da Saúde Vaginal

O tratamento feito só pela visualização a olho nu, mesmo por um profissional, pode levar ao erro em mais da metade das vezes.

A melhora do quadro que tem te incomodado e atrapalhado a sua qualidade de vida começa por um diagnóstico correto.

E continua depois do primeiro tratamento, porque algumas alterações vaginais precisam ser acompanhadas. O objetivo não é só melhorar o sintoma, é recuperar o equilíbrio da região íntima e reduzir as recorrências.

O que inclui

  • Consulta com a primeira microscopia de conteúdo vaginal.
  • Uma lâmina de controle em até 60 dias, para confirmar que a flora se restabeleceu.
Dra. Gabriela Giannini analisando uma lâmina ao microscópio

O plano é montado na consulta, conforme o seu caso. Me chame para conversarmos sobre o que faz sentido para você.

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Valores e formas de pagamento informados no agendamento.

Dúvidas frequentes

  • Qual a diferença entre candidíase e vaginose bacteriana?

    A candidíase é causada por fungo e costuma dar corrimento branco espesso, coceira intensa e ardência. A vaginose bacteriana é um desequilíbrio da flora, com corrimento acinzentado e odor forte, especialmente após a relação, e muitas vezes sem coceira. Os tratamentos são diferentes e é comum tratar uma achando que é a outra. A microscopia do conteúdo vaginal é o que esclarece essa dúvida.

  • Meu corrimento não melhora com nada, o que fazer?

    Parar de tratar no escuro e passar a acompanhar. Corrimento que não responde precisa de diagnóstico confirmado pela microscopia, tratamento com dose e duração adequadas e, principalmente, um retorno com nova lâmina para confirmar que a flora se restabeleceu. É esse acompanhamento, e não um tratamento isolado, que quebra o ciclo.

  • Preciso fazer alguma preparação antes da consulta?

    Quase nada, e isso é de propósito: preparação não pode virar obstáculo para você se cuidar. Só me avise ao agendar se estiver menstruada ou usando algum creme vaginal, porque isso pode mudar o que dá para coletar naquele dia. Na maior parte das vezes a consulta e a coleta acontecem normalmente.

  • Todo corrimento é infecção?

    Não. Existe um corrimento fisiológico, que varia em quantidade e aspecto ao longo do ciclo e não precisa de tratamento. Odor forte, coceira, ardência, cor amarelada ou esverdeada e alteração recente do padrão pedem avaliação. Na prática, porém, só a microscopia dá a certeza de que aquele corrimento é fisiológico, e é por isso que ela faz parte da rotina e não só da investigação.

  • Meu parceiro precisa tratar também?

    Depende do diagnóstico. Na tricomoníase, confirmada pelo painel de IST, sim, sempre. Na candidíase, apenas se ele tiver sintomas. Na vaginose bacteriana, o tratamento do parceiro não é rotina, mas o uso de preservativo costuma ser decisivo para interromper as recidivas.

O conteúdo desta página tem finalidade informativa e não substitui a consulta médica. A conduta é sempre definida individualmente, após avaliação.

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